Quarta-feira, 14 de Junho de 2006

...

HÁ UMA HISTÓRIA POR CONTAR

 

… foi então, aí, que Sha-o-lin, o explorador pensou em ir fazer uma viagem por três países e uma terra Portuguesa de nome Arruda dos Vinhos.

Sha-o-lin subiu o Tejo e parou em Espanha. Lá os Verões eram quentes e os Invernos amenos. A amplitude térmica anual era moderada e a precepitação irregular. Como vegetação tinham o Maquis e o Garrigue. Sha-o-lin estava a gostar de conhecer Espanha, pensou em ficar mais dois dias no hotel “VILLA REAL”. Naqueles dias visitou alguns sítios como este:  Catedral de Santiago de Compostela

Não se limitando a admirar os “majestosos” edifícios e monumentos ele também percorreu becos e ruelas, partes velhas das cidades. Terras e campos de cultivo de cereais, legumes e frutos. E foi no hotel  que conheceu dois grandes homens, Sadam o sábio e Kama o samurai.

No último dia antes da partida Kama perguntou:

-De que é que gostaste mais irmão Sha-o-lin?

-O que eu gostei mais foi de visitar a catedral de Santiago de Compostela – respondeu o Sha-o-lin. Na partida Sadam reparou que Sha-o-lin não estava contente e perguntou-lhe:

-Então amigo não estás contente por ir a França?

-Estou, mas não sei se havemos de ir pelos Pirinéus ou pelo oceano Atlântico.  -Disse

 Sha-o-lin.

De seguida ouve-se outra voz:

-Vamos pelos Pirinéus. – Disse Kama.

-Combinado, mas antes vamos ao Shooping comprar roupa e comida. – Disse o Sadam

Quando iam a meio da subida começou a nevar sem parar. Como era uma carripana velha eles tiveram de parar. Abasteceram a carripana e alimentaram-se.

Chegaram ao pico, de seguida eles trocaram a carripana, velha por uma carripana nova e conseguiram fazer o restante caminho.

Quando chegaram Sha-o-lin dá um grito e disse:

-Finalmente !!!! chegamos, agora vamos para o hotel

De seguida virou-se para Kama e disse:

- Ei! Que hotel é este?

-Então não te lembras o hotel mais famoso. – Disse Sha-o-lin.

-Como se chama o hotel? – Perguntou o Sadam

- É o “ZIDANE” – Respondeu o Sha-o-lin.

Mas de repente Kama desapareceu com a carripana.

-Deve ter ido apreciar a Torre Eiffel. – Disse o Sha-o-lin.

-Oh não!! temos que chamar um táxi o Kama levou a carripana. – Disse o Sadam.

Quando chegaram lá viram logo o Kama a tirar fotografias à  enorme Torre Eiffel. E lá começaram eles três a falar.

-Sabiam que a palavra Paris tem origem na mitologia grega, correspondendo ao nome do filho de Príamo e Hécuba, reis de Troya. A origem da cidade prende-se com a ocupação da ilha de la Cité pelos celtas. – Disse o Sha-o-lin.

-E agora? – Perguntou o Kama

-Agora vamos visitar a catedral de Norte Dame porque entre os monumentos mais importantes, destacamos, por ordem cronológica, a Catedral de Notre Dame, do século XII, localizada na ilha de la Citê; a Saint-Chapelle, de estilo gótico do século XIII; o Museu do Louvre, que corresponde a um antigo palácio real; os Invalides, onde está enterrado Napoleão, que é do século XIV; o Palácio da Concórdia do século XV; a Torre Eiffel, construída em 1889, e em Montmatre a Basílica do Sacré Coeur. – Disse o

Sadam.

-Ò Sadam!! como é que sabes isto tudo? – Perguntou o Sha-o-lin.

-Então eu sou o Sadam o sábio.

-Ó Sha-o-lin, quando vinha para cá ouvi uns homens a falar sobre a cidade dos Parisinos, o que é isso? – Perguntou o Kama.

-Áh! Isso agora não interessa, o avião parte amanhã de manhã. – Respondeu o Sha-o-lin.

-Que avião? – Perguntou o Kama novamente.

-Então, não te lembras? Amanhã chegaremos a Londres que é a capital do Reino

Unido. – Respondeu o Sadam.

No dia seguinte lá partiram eles para Londres e Kama no avião até dava pulos de alegria.

As duas horas de avião passaram num instante.

Eles chegaram e foram direito ao hotel “SUNSET” que em português quer dizer “Pôr doSol”.

Quando eles chegaram ao hotel ficaram muito impressionados com a hospedaria e começaram a visita a Londres. Lá visitaram vários sítios como por exemplo:

-“Scottish landscape”, “Piccadilly Circus”, “TheGiant’s Causeway” e por fim Tower Bridge”.

Com estes passeios todos já se fazia tarde e eles foram para o hotel.

Como ainda faltava algum tempo para o jantar eles foram tomar banho, encontrando-se depois no hall do hotel para uma animada e curiosa cavaqueira:

-Kama do que é que tu gostaste mais? – Perguntou o Sha-o-lin.

-Eu gostei mais do “Piccadilly Circus”, e tu? – Respondeu o Kama

-O que eu gostei mais foi da “The Giant’s Causeway”. – Respondeu o Sha-o-lin.

-E tu Sadam? – Perguntaram o Sha-o-lin e o Kama ao mesmo tempo.

-Eu gostei muito de visitar a “Tower Bridge” – Respondeu Sadam.

-Porquê? – Perguntou Kama.                                                                                                   

-Porque a construção da ponte sobre o rio Tamisa, no ano 50 d. C., tornou-a um importante centro de comunicações, comercial e administrativo. No século II foi muralhada e mesmo com a queda do Império Romano a cidade manteve a mesma actividade económica até ao século IX, quando foi arrasada pelos vikings. Só no reinado de Eduardo, iniciado em 1042, a cidade conseguiu estabilidade e autonomia política. Em 1348 foi assolada pela peste negra, que vitimou quase metade da população, voltando a florescer económica e culturalmente no reinado de Isabel II, com a partida das embarcações para a América e Índia em busca de riquezas. – Disse o Sadam.

Os dois dias passaram-se num instante e naquele momento eles estavam a arrumar as roupas para voltarem á terra Natal do Sha-o-lin, a  terra chamava-se Arruda dos Vinhos.

Lá partiram eles de barco sem saber o que os esperava.

Quando partiram no oceano Atlântico começaram por ver golfinhos mas depois começaram a ver enormes baleias.

Quando iam a meio da viajem toca a sirene do navio e o comandante disse:

-ATENÇÃO quero todos os tripulantes a ocuparem os seus postos está a decorrer um assalto a bordo.

E neste instante que Kama entra em acção e atirou-se para cima do assaltante com tudo.

De repente só se ouve um tiro e vê-se Kama a cair no chão. Naquele momento todos choravam a sua morte, mas quem sofreu mais com a sua morte foi Sadam que o considerava já um amigo.

O assaltante explicou as suas razões e queria que alguém contasse a sua história.

Foi neste momento que Sha-o-lin se ofereceu como uma última homenagem.

-Então conta. – Disse o assaltante

-Eu Sha-o-lin Mano da Costa, nasci num conselho que se chamava Arruda dos Vinhos.

Esta terra era muito bonita e tinha um bom vinho.

 O concelho de Arruda dos Vinhos, do distrito de Lisboa, situava-se a 36 km para norte da capital e a cerca de 20 km para sudeste de Sobral de Monte Agraço.
Encontrava-se a 76 metros de altitude no fundo de um vale cheio de pomares e vinhas, em redor do qual se estendem um conjunto de colinas e montes.

 Realizavam-se algumas festas neste concelho como a Nossa Senhora da Ajuda (8 de Setembro) em Arranhó, a Nossa Senhora da Salvação (14 a 18 de Agosto) em Arruda dos Vinhos, a Nossa Senhora do Monte (8 de Setembro) em Arruda dos Vinhos, o São Tiago (domingo mais próximo ao dia 25 de Julho) em Santiago dos Velhos e o São Lourenço (primeiro fim-de-semana de Agosto) em Arranhó.
O Feriado
Municipal ocorria na quinta-feira de Ascensão.
No artesanato destacavam-se os trabalhos em vime.

Arruda dos Vinhos é um dos mais antigos municípios do país, recebendo foral de        D. Afonso Henriques em 1160.
Do seu importante património arquitectónico e histórico destaca-se a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Salvação (séc. XVI), a Igreja da Misericórdia (séc. XVI), o chafariz grandioso de estilo barroco (séc. XVIII), a Ermida de Nossa Senhora do Monte, o antigo edifício da Câmara Municipal com uma torre sineira e as ruínas da fortaleza da Guerra Peninsular Napoleónica (linhas de torres). – Disse o Sha-o-lin.

 Quando o assaltante ia para mata-lo;.

 Sha-o-lin acordou sobressaltado, esfregou os olhos e suspirou de alivio..  UF!!!..

 JOÃO NEVES

                                                                                                   

publicado por ML às 10:36

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    Era uma vez, um senhor que se chamava Joaquim e que escrevia muito à mão. Quando foi trabalhar para uma empresa, lá havia computadores e ele não sabia mexer em computadores. Certo dia apareceu um computador estragado e quem tinha estragado? Era esse o mistério.

   Todos começaram a culpar o Joaquim, mas o Joaquim dizia que não tinha sido ele. O dono da empresa mandou o computador para a Polícia para eles verem as impressões digitais.

   Quando o computador chegou à Polícia, eles ficaram assustados.

   Passados 15 dias, a Polícia ligou para a empresa a dizer o resultado. O computador tinha várias impressões digitais diferentes. E quando o computador voltou para a empresa, o dono disse que todos iriam ter que pagar uma parte para poderem comprar um novo computador. Todos se recusaram a pagar a tal parte, pois havia apenas um culpado.

   O dono foi falar com o Joaquim para saber se ele era o culpado:

   - Bom dia Sr. Joaquim.

   -Bom dia Patrão.

    -Vinha cá saber se o senhor por acaso não tem nenhuma informação sobre o sucedido.

   -Não, não tenho.

   -Ok. Obrigado na mesma. Adeus.

   -Adeus.

 

    Nos dias seguintes, o Joaquim viu o Sr. José muito triste e foi-lhe dizer que tinha sido ele a estragar e disse que ia pagar. E o patrão ficou contente, mas triste porque o Joaquim tinha mentido. E o Joaquim explicou como é que tinha estragado o computador.

Primeiro, não sabia mexer no computador, depois não chamou ninguém e por fim ao mexer, estragou.

 

Diogo Ribeiro Nº8

Henrique Lourenço Nº12

publicado por ML às 10:08

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